14 de março de 2011

PSICOLOGIA E OS DESASTRES


Assistimos, recentemente, uma série de desastres naturais nos mais diferentes continentes. Esses acontecimentos atingem de forma direta ou indireta, o meio ambiente, a economia e o bem estar social e psíquico.
Como a Psicologia pode auxiliar nesses casos?
Selecionamos alguns artigos que podem colaborar nessa questão:
A abordagem psicológica da problemática dos desastres: um desafio cognitivo e profissional para a psicologia
In:http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?pid=S1414-98932008000100012&script=sci_arttext&tlng=en
Atendimento Psicológico para emergências em aviação: A Teoria

Aspectos psicológicos no Pós-Acidente:
In: http://www.ipa.aer.mil.br/pdf/livro_do_IPA.pdf#page=37



9 de março de 2011

PSICOLOGIA E DIA INTERNACIONAL DA MULHER




O Conselho Regional do Rio Grande do Sul promoverá, no dia 12 de março, o seminário Saúde e Direitos Reprodutivos, voltado a psicólogos, estudantes e demais áreas interessadas no tema. A atividade acontece às 19h, no auditório do Conselho Regional de Psicologia do Rio Grande do Sul (CRPRS). O evento tem como objetivo reafirmar o compromisso social da Psicologia com a defesa das Políticas Públicas com o recorte de gênero, compondo uma agenda unitária para o Dia 8 de março organizada por uma série de entidades que compõem o Fórum Estadual da Mulher. Para informações e inscrições basta entrar em contato com o CRP-RS no telefone (51) 33346799.

Dia internacional da mulher - CFP lança campanha Psicologia: profissão de muitas e diferentes mulheres
NOTÍCIAS DO SITE:
ACESSE TAMBÉM: http://mulher.pol.org.br/

4 de março de 2011

CARNAVAL E ABRAPSO



"A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSICOLOGIA SOCIAL - ABRAPSO - em ação conjunta com o Instituto PAPAI, o Núcleo de Pesquisas em Gênero e Masculinidades (Gema/UFPE) e a Rede de Homens pela Equidade de Gênero (RHEG), promove no carnaval 2011 de Recife, o bloco do Laço branco “Homens pelo fim da violência contra a mulher”.
O Bloco Laço Branco une diversão com cidadania e desfila pelas ruas do Recife no dia 3 de março, levando aos foliões a importância do enfrentamento da violência contra a mulher. A concentração será na praça do Marco Zero, às 16h.
Com a chamada "Quando ela diz não, ela quer dizer não mesmo!", os participantes do bloco alertam para atos de violência sexual, que muitas vezes tem início em práticas consideradas "inofensivas" ou "parte do jogo da sedução", potencializada inclusive no carnaval. Em favor da autonomia das mulheres e contra qualquer forma de violação de direitos humanos fundamentais, os integrantes do bloco aproveitam este momento de grande visibilidade cultural para divulgar suas mensagens".

3 de março de 2011

INVISIBILIDADE PÚBLICA


TESE DE MESTRADO NA USP por um PSICÓLOGO

Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da 'invisibilidade pública'. Ele comprovou que, em geral, as pessoas enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado sob esse critério, vira mera sombra social.
Plínio Delphino, Diário de São Paulo.
O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou um mês como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. 
Ali,constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres invisíveis, sem nome'. 
Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa. Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida:
'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode
significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o
pesquisador.
O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. 
'Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão', diz.
No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, algunsse aproximavam para ensinar o serviço. 
Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro.
Eu nunca apreciei o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse:
'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi.
Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar.
O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?
Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central.  Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu.  Eu tive uma sensação muito ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar, não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.
E depois de um mês trabalhando como gari? Isso mudou?
Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão.
E quando você volta para casa, para seu mundo real?
Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. 
Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa.  Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador. 

Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe.

1 de março de 2011

Reunião com todos os alunos NOVOS Faculdade

Dia 3/03, quinta-feira, às 18h15min, haverá uma reunião com os alunos novos da Faculdade na sala de Conferências (mesma sala da aula Magna).

VAGAS DE ESTÁGIO PARA ACADÊMICOS DA PSICOLOGIA

A Prefeitura Municipal de Novo Hamburgo está realizando seleção para estagiários. Alunos do curso de Psicologia da Faculdade IENH, que tiverem interesse, devem encaminhar currículo para renata.r@ienh.com.br

Valores:
20h - 409,00 reais + Vale Transporte
30h - 613,75 reais + Vale Transporte



AULA MAGNA



AULA MAGNA CURSO DE PSICOLOGIA


Na noite do dia 28 de fevereiro, ocorreu a Aula Magna do curso de Psicologia da Faculdade IENH. O evento contou com a presença dos alunos da primeira turma do curso, além de professores, colaboradores, Coordenação de Unidade, Vice-direção de Ensino Superior e Direção Geral da IENH.  Representantes da comunidade de Novo Hamburgo e Campo Bom também estiveram presentes, entre eles a Secretária de Saúde da Prefeitura Municipal de Campo Bom, Srª Ilaine Salete Pletsche, e o Presidente da Mantenedora da IENH, Sr. Sílvio Klein.
A temática abordada pela professora Drª Marisa Faermann Eizirik trouxe um panorama da subjetividade na contemporaneidade e os desafios da prática do psicólogo diante dos atravessamentos sociais. Os professores ressaltaram aspectos da exposição que fundamentaram a proposta pedagógica do curso e a história de sua implementação.
Num segundo momento, o professor de teatro da IENH, Fábio Ferraz, fez uma intervenção artística com os alunos do curso promovendo descontração e acolhimento.